quarta-feira, 29 de março de 2017
você vai ser o meu próximo erro
sexta-feira, 17 de março de 2017
Never been.
Mantenho assuntos variados, mas nada que vá muito profundamente em como me sinto, sempre com domínio verbal, mudo de palavras sem que a pessoa perceba e essa foi minha zona de conforto de sempre.
Quando eu tinha algo que me sentia muito nervosa por sentir, algo que mexesse muito comigo, eu jogava na escrita e extravasava na arte. São meus poemas, prosas e desenhos... Quase sempre bucólicos, mas se uma pessoa tem boa interpretação conseguiria ler minha alma só de ver um verso.
Eu sou assim, é meu jeito. Quando eu sinto, sinto muito, me isolo em meu mundinho até conseguir controlar tudo e não transparecer nada. Não tem motivo específico, só sou assim, desde pequena.
Gosto de ouvir os outros, ler as histórias deles e quando surgir um problema, estar disposta a ajudar, estar ali por eles. Sempre tive uma empatia emocional muito forte. Sempre tive uma vontade de inspirar as pessoas a se sentirem bem. Mesmo que raramente as pessoas fizessem isso comigo. É raro encontrar alguém que queira te ver sorrir mesmo não sendo próxima de ti. É raro a ponto de eu estranhar e hostilizar.
Sempre que falo algo, gera-se um conflito interno entre meu ego e meu emocional. Os dois ficam brigando e discutindo entre si e, normalmente, meu ego ganha me dizendo quão burra sou. E eu concordo. Não pela reação das pessoas, mas por ter falado. Acho que eu não preciso falar, pois demonstro em pequenas sutilezas. Mas também são raras as pessoas que me conhecem a ponto de entender indiretas, insinuações e sutilezas. I didn't regret, just thought better of it and found out it was too early even though I was feeling like i was going to explode if i haven't told ya.Have I told ya that when i listen to Imbranato, I think of ya?
Enfim, esse foi um pouquinho de mim. Sou assim.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
1,2,3,4
Read it listening to "Plain White T's - 1,2,3,4"
Drank a couple of glasses and then told a bunch of secrets u would never imagine
You smile and understood, u were in the same wave and accepted to drown yourself with me. That totally made me and unarmed heart. Me, the person that built a wall a long ago. Now I have fear, feel sick, feel joy...
Can't find a luv song that doesn't remind me of u. Trust and lust. How can I possibly be like this? I do not believe in myself and my sensations. A little smile of u shines my day as it was the brightest sky. The Friday.
How would you feel... lol I think I completely gave myself and trusted in my leap of faith. Not ashamed anymore to tell u 'bout my eyes. About how much I like to touch ur skin and move ur hair. How much I like your hug. Or hugs.
4u. It's happening. I've been like this before and I thought it was more and broke myself. But I am not afraid. I am happy, you make me feel joy whether u know it or not. I allowed myself and stopped fighting against... all. I liked when u said u r in the same way. U r almost like me. That is good, u understand all I say in less than a sound, just by my eyes... lets see.
domingo, 5 de fevereiro de 2017
Comfy weirdness
Desculpe o sumiço, pequeno refúgio, meus dias tem ficado cada vez mais curtos com tantas loucuras e aventuras. Felizmente, tirei esse tempinho pra falar... dele.
É a sensação que mais me traz alegria, a sensação por trás das famosas frases "vamos?vamos!", é a sensação de entrega ao acaso. É o leap of faith.
Me permiti, me permiti a descoberta em outra pessoa, é raro, mas ultimamente tenho encontrado amigos que vão comigo até em roubadas e ombros que me escutam por mais longa que seja a noite.
Me permiti voltar a ser uma jovem de borboletas no estômago, uma jovem que acredita e que sonha. Te descobri.
Por mais efêmero que seja esta combustão, a chama pode ser aproveitada, tanto quanto os prazeres da vida.
Me entreguei, depois os cacos... Sobre isso a gente deixa no talvez, libriana.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Bianca, os Lunares
-Bianca, o radar ta apitando demais ultimamente, acho que estamos em período de 'equinócio". - Um rapaz loiro entrou em sua sala desesperado, ela estava tão distraída em seus pensamentos que praticamente esqueceu que estava em seu ambiente de trabalho. Ela controlava o registro de Lunares em Olimpus, consequentemente por este ser o centro, supervisionava as outras duas rochas também. O registro era o que permitia que Lunares permanecessem em sociedade, uma vez despertados, eles se tornavam muito forte e um perigo.
-Estou indo para a sala de radares, obrigada por informar, soldado. - levantou de sua mesa e fechou o livro que estava fingindo ler, livro que continha uma foto bem curiosa de um bebê. Seguiu firme por aqueles corredores cinzas até a sala.
A sala de radares era pequena, quatro soldados ficavam na monitoração que apitava bastante quando os lunares estravam em período de equinócio. O equinócio era o momento que um grande grupo de lunares estava atingindo maturidade de poderes e estava despertando para se transformar, mudando sua aparência física, estes tinham grande potencial de serem caçados e eram um problema social, pois podiam destruir uma cidade do dia para a noite sem que ninguém notasse.
Os Lunares foram fundamentais para o desenvolvimento do novo Ciclo, eles criaram tudo de novo e ajudaram a sociedade se recompor da tragédia. Reza a lenda que uma shaman muito triste com o fim de seu mundo (uma rocha azul e verde chamada Terra) orou para a Lua pedindo ajuda e esta a abençoou com os lunares, cada um filho de uma Lua: Lune, Bael ou Milan.
-O equinócio está acontecendo em Palas, exato? Não teremos problemas, passe estes dados para o Comandante Eichorist. - Palas era o local mais fácil de se encontrar lunares, era a central do poder bélico e bruto do Novo Ciclo, quando havia um equinócio, se ocorresse resistência de registro, era um banho de sangue. -Vou cuidar das crianças e já volto. - as crianças eram uma invenção nova, os filhos do Sol. Eles viviam confinados e tinham sido instruídos para caçar lunares desde o nascimento.
Quando mais nova, Bianca viu isso acontecer perto de sua casa, em Palas. Ela viu cada lunar ser caçado por não querer o registro - este que permitia que o governo localizasse você e "pedisse sutilmente" uma ajuda quando necessário, mas na maioria das vezes... eles eram mortos durante o dia mesmo com o registro. Ela decidiu engajar sua carreira no CECLO, durante um equinócio, ela estava em casa e de repente, seu cabelo ficou branco e seus olhos azuis, ela sentiu uma força sem limites e descobriu ser uma filha de Bael. Depois de sua descoberta, ela pediu ajuda de uma shaman para esconder sua identidade e afastá-la de sua família. A shaman inseriu memórias novas na mente de seu marido, implantando uma de sua falsa morte. Bianca achou egoísta demais arriscar a vida de seu marido por seus poderes... Mas acima de tudo, ela só pensava em sua filha, Lonny que foi deixada em Olimpus com o marido.
Mas mal sabia Bianca, que Lonny tinha herdado seu gene e nascido como uma filha de Bael, sendo treinada em Palas pela Academia Militar e que este equinócio incluía seu despertar.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Já fui Clarice
Já escrevi uma gama de poemas dedicadas a uma pessoa só, como uma monomania e ensinei vários vocábulos loucos ao meu parceiro de alguns anos atrás.
Já recebi cartas que não queria receber, PUBLICAMENTE.
Já tive gente se intrometendo em minha vida amorosa -enquanto essa desmoronava-, dizendo não suportar que a ideia de casal perfeito se separasse bem diante de seus olhos. Já tive gente fofocando sobre meu término e apontando dedos porque meu ex dizia sentir saudade de mim sem expôr o acontecimento por completo.
Já acordei em uma semana qualquer me sentindo uma estranha em minha zona de conforto devido a uma súplica de nostalgia de um ex meu, devido a uma intromissão invasiva em minha vida. DESNECESSARIAMENTE.
Já fui quase apedrejada porque os que queriam opinar no meu término, só aceitavam um lado da história e achavam que de alguma forma eu tinha que me representar como uma promotora e vender a minha.
Minha vida.
Foi bonito enquanto durou. Foi bonito enquanto eu me sentia bem de estar ali. Mas acabou. E é horrível quando os outros tentam "ajudar" por acharem que não podem de maneira alguma ver a ideia de amor deles se desfazer.
Tenho meus momentos de nostalgias, de escrever textos, poesias, prosas... Talvez uma carta, mas nunca me submeteria a uma aparição pública desse jeito -atrevo a dizer que foi uma saudade exposta sem necessidade, embora de boa intenção.
Não seria mais bonito ligar ao meio da noite e dizer tudo isso?
Escrever uma carta e agonizar enquanto ela não chegasse?
Não seria mais bonito pegar o papel com suas escritas em mão e proclamar sua saudade a ela, somente a ela?
Não seria bonito deixar esvair o que não faz mais bem e devanear nessas memórias sem passar uma ideia errada de amor aos outros?
E povo, público, plateia. Amor é sim arte, mas não uma que te permite palpitar sobre os sentimentos do protagonistas. Sobre a vida deles. Não é um leilão de histórias.
Sobre: Coluna de Gregório
Opinião: Uma remexida em sentimentos nostálgicos do autor de uma maneira totalmente pública e simples, talvez até romântica. Porém muito invasiva para Clarice, suponho eu. Texto simples e romântizado que mostra o que é relembrar um relacionamento e publicar sobre ele para que todo o território nacional veja.
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Liberteira
Eu sofro um pouco com a síndrome de liberteira (neologia que criei para explicar a falta de apego que sinto). Sou chamada de tudo, até de egoísta, mas não compreendo como as pessoas complicam coisas simples e se importam com coisas estranhas.
Me sinto de lugar nenhum, para começar. Sou do sul do Brasil, me mudei para o sudeste, mas sempre escuto que "sou reservada demais pra ser daqui e simpática demais pra ser de lá", logo natural de lugar nenhum. Sem apego por cidade natal ou casas, afinal em meu curto período de vida me mudei bastante.
Não mantenho relacionamentos por um longo tempo, me esgoto, ouso dizer que sinto até um leve desinteresse. Não gosto de mesmice. Não gosto de muitos abraços, mas aprecio a ideia do romântico.
Eu sofro por dizer que quero abdicar essa obrigação de ser mãe, não é um desejo atual da Jude dessa idade e essa é uma das coisas que duvido que mude. Sofro por querer viajar muito e passar o dia fora de casa ou de tratar minha cachorra que nem um "bebê humano".
Sinto desinteresse por pessoas comuns.
Quando criança, acho que até preservei por alguns anos um complexo de superioridade. Não me apeguei a outros, são raras as pessoas que ficam por mais de um ano nessa vida dinâmica.
Mas essa síndrome que citei, ela me impede de desgostar desse estilo de vida. É uma coisa ruim ser liberteira e querer viver de um jeito diferente? É errado querer ficar sem dormir e sorrir ao invés de ficar atrás de uma mesa pra ter uma vida "segura"? O que é segurança? O que é vida? E viver?
Sofro por ter desapego. Tenho medo de não cativar pessoas. Medo de ser só, mas cultuo o individualismo. Você sofre da síndrome de liberteira também?
Obs: descobri um blog bem legal esses dias, o lilahime, fica ai a indicação ;)
terça-feira, 12 de julho de 2016
Oscilação
Eu nunca soube muito bem quem eu era ou meu propósito, sempre tive a mania de gastar saliva dizendo que estava me construindo longo dos anos com as coisas que acontecem em minha pacata vida aos poucos.
Não sou uma pessoa cheia de amores, que gosta de fazer juras, mas me acho carente até certo ponto. Sei que gosto de sorrir, de sair da rotina e viver o meu dia a dia como se eu fosse morrer amanhã, se eu morrer, morro feliz.
Gosto de fazer coisas improváveis e não tenho medo de seguir meus princípios. Eu me importo pouco, mas quando me importo com alguém, é pura proteção.
Eu sinto as vezes um vazio, vazio de coisas belas. Uma vontade incansável de fazer uma grande mudança no mundo, mas tudo o que tenho a oferecer é minha modesta arte em prosa.
Eu oscilo entre ir e não ir, entre bem e mal... entre amor verdadeiro ou real. Eu ainda não sei o que eu quero.
"Sempre precisei de um pouco de atenção, acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto".
segunda-feira, 4 de julho de 2016
sunny day monday
Eu sempre tive dificuldade de lembrar meus sonhos. Principalmente, aqueles que pareciam mais reais. Se eu não acordasse e escrevesse correndo em um caderno perto da minha cama, logo tudo desapareceria. Não foi assim com o sonho que tive em uma segunda qualquer.
Tudo ainda parece bem familiar, embora eu tenha certeza que foi tudo um sonho, pois ora, como poderia um dos meus maiores desejos na vida se realizar de um jeito tão fascinante, aleatório e... real? Eu ainda lembro cada ato, cada fato, cada tato, olfato...
Eu perdi a noção. Não sei há quanto tempo guardo esse sonho secreto sobre o segredo. Mas, uma pergunta, o que foi aquele sonho? Devo deixar ser apenas um devaneio diário ou insistir em torná-lo real?
Foi em uma segunda-feira. Eu acordei feliz, tive uma das noites mais felizes da vida. Tive sorrisos sinceros e alegres arrancados espontaneamente depois de anos... foi em uma segunda-feira, eu acordei com o raio de sol batendo no rosto, fiquei furiosa por ele me acordar daquele sonho, mas eu olhei pro lado e sorri.
Fiquei tão hiperativamente feliz que acordei cedo. Comi a pizza do dia anterior e respirei fundo... logo, em uma tentativa fracassada, me deitei novamente esperando retornar ao meu maravilhoso sonho. Fechei os olhos e aproveitei cada toque, cada respiração, construí meu mundindo. Até que, ao abrir os olhos, percebi que, na verdade, minha alegria poderia estar naquele sonho... Mas minha felicidade estar em realizar esse sonho, aqui, no plano real... Eu achei a felicidade em uma manhã de segunda-feira.
terça-feira, 28 de junho de 2016
a noite.
Eu tenho um segredo que já me deixou acordada até tarde, comeu uma pizza inteira e já assinou em vários pseudônimos. Esse segredo pode ter sido até o motivo de eu começar esse blog.
Eu tenho um segredo que não me deixou dormir devido a grunhidos. Esse maldito segredo que me arranca tantos sorrisos involuntários e que não me deixa disfarçar minhas alegrias. Esse irritante segredo que faz eu me sentir insegura, que faz eu me lembrar da garotinha de longos cabelos castanhos que um dia jurei conhecer.
Eu tenho um segredo que contei pra poucos. Um segredo que nunca superei e que também não faço questão de esquecer. Esse segredo vive reaparecendo na minha vida, seja quando olho um estojo antigo ou o anel prateado dentro da caixa de joias. O segredo que me aflige ao me deixar confusa com seus cabelos negros, a droga do segredo que faz eu me engasgar de ter tanta vontade de dizer... .Vamos arriscar!
O segredo que ainda não me convenceu de que tudo foi verdade e que ainda me mata de saudade e ri de meus pálidos receios. Esse segredo que não sabe o que quer e que mata o coração de qualquer mulher apenas com um abraço...
Eu guardo esse segredo faz tanto tempo, só conto aos amigos mais próximos, mas ao próprio segredo, sempre vai me faltar coragem.
leap of faith.
Estava revendo as antigas postagens de meu blog devido a uma manutenção repentina e vi quanto amor juvenil eu já tive. A inocência na prosa sobre juras que não permaneceram e que, talvez, um dia tenham sido verdadeiras. Os meus verdadeiros textos de amor, em sua maioria ficaram guardados em agendas velhas cujo eu dizia que seriam materiais para minha futura biografia. Meus textos de amor estão em históricos de conversas longas de madrugada ou em lágrimas por telefone.
Mas enfim, cabe a mim voltar ao tópico inicial e não fazer disto uma prosa confusa de desabafo emocional. Eu me jogo de cabeça na vida, em aventuras, paixões, amores, amizades... Mas não é assim que a vida deve ser? Um grande poema que ninguém ainda escreveu?
"Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure."- Vinicius de Moraes
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Alma Perdida
você não pode perder
o transporte,
mesmo que isso,
na verdade
não importe
Respira e guarda
Sentimento não
leva em nada
Sorria, pois alguém
o filma
compre mais,
viva infeliz
sorrindo
beba suas tristezas
dance suas perdas
trabalhe sangrando
mate a sua alma
ou a perca
com ela, não serás completo
corra, corra, corra
pra fazer o seu trajeto
caminho já vendido,
sonhos escassos
vida concorrida
dos mal amados
corra, corra, corra
se perca outra vez
adulto
em sua humilde rigidez
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
I'll take me back to the start
O que aconteceu?
O meu fim começou com aquele não? Ou com aquele medo inevitável no parquinho da escola? A raiva começou mesmo naquela noite de novembro ou foi tudo predestinado pelo DNA? Tudo começou com aquela maldita risada sobre o amor de alguém ser real ou com o ciúmes do desconhecido? Ou com o sumiço dela? Talvez com o conforto de observadora ou com ataques de raiva...
Mas... O que houve...?
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Minha lista de filmes marcantes:
- Efeito Borboleta (The Butterfly Effect - 2004)
-Closer-Perto Demais (Closer - 2004)
- A Viagem (Cloud Atlas - 2012)
- Réquiem para um Sonho (Requiem for a Dream - 2000)
-Brilho eterno de uma mente sem lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind - 2004)
-Dirty Dancing (Dirty Dancing - 1987)
- Clube dos Cinco (The Breakfast Club - 1985)
- Meia Noite em Paris (Midnight in Paris - 2011)
- A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro no Kamikakushi - 2001)
- O Labirinto do Fauno (El laberinto del fauno - 2006)
- Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles - 1994)
- Valente (Brave - 2012)
- Lisbela e o Prisioneiro (Lisbela e o Prisioneiro - 2003)
- Como treinar o seu Dragão 1 e 2 (How to Train your Dragon - 2010/2014)
- Mesmo se Nada der Certo (Begin Again - 2013)
- Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (Birdman or(The Unexpected Virtue of Ignorance) - 2014)
- Trilogia Batman (Batman Begins - 2005, The Dark Knight - 2008, The Dark Knight Rises - 2012)
- Pink Floyd The Wall - 1982
- Simplesmente Acontece (Love, Rosie - 2014)
- Lembranças (Remember Me - 2010)
- Cidade dos Sonhos (Mulholland Drive - 2001)
- O Rei Leão (The Lion King - 1994)
- Diário de Uma Paixão (The Notebook - 2004)
-Ninfomaníaca Vol. I e II (Nymphomaniac Vol. I & II- 2013)
- Titanic (Titanic - 1997)
- O Homem do Futuro (O Homem do Futuro - 2011)
- As Melhores Coisas do Mundo (As Melhores Coisas do Mundo - 2010)
- Azul é a Cor mais Quente ( La vie d'Adèle - 2013)
- Across The Universe (Across the Universe - 2007)
- Sr. Ninguém (Mr. Nobody - 2009)
- As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower - 2012)
Obs: Mesmo eu tendo visto quatro vezes no cinema e me arrepiando todas as vezes que vi a tranformação de homem para urso, não coloquei Irmão Urso. Sim, nesse lista tem filmes brasileiros porque me arrepio com esses filmes. Meu diretor preferido é o Nolan, mas ele não se encontra muito nessa lista, não é porque adoro o jeito dele de dirigir que a lista inteira seria de filmes dele. Ah é, sim nessa lista tem filmes que contém cenas pornográficas. O filme mais recente que vi dessa minha lista foi Sr. Ninguém e se tornou um dos que mais amo. Eu choro todas vezes que assisto Titanic e Love, Rosie e, quando estou assistindo The Notebook, repito todas as falas porque já li todo o transcrito. Eu gosto de assistir cantando Across The Universe e choro na hora que Hey Jude é cantada. Gosto de cantar Você não em ensinou a te esquecer em Lisbela e o Prisioneiro e adoro as citações sobre amor no filme e na forma cômica como foi feito e dirigido. Eu sei a coreografia do casal de Dirty Dancing e sonho em dancá-la algum dia. Por mais que todo mundo que assistiu comigo tenha ficado confuso, Cloud Atlas está no meu Top 5 de filmes que amo, aliás o Jim Sturgess (que foi descoberto em mim em Um Dia) é o mesmo Jude que me faz chorar naquela cena que citei ali em cima. Eu assisti a Viagem de Chihiro duas vezes no cinema de tão maravilhada que fiquei. Já fui comparada algumas vezes à Clementine de Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças, embora eu me ache mais parecida com o jeito do Joel. Entrevista com Vampiro foi o filme que fez eu me apaixonar por essas criaturas ainda criança, tudo isso por causa daquela cena da Kirsten cortando os cabelos e ficando graciosa de novo (aliás, ela está em um filme com o Jim Sturgess maravilhoso chamado Mundos Opostos). Em uma fase da minha vida, já fui um pouco parecida com o Charlie. Réquiem para um Sonho fez eu me apaixonar pelo Jared Leto e, hoje em dia, ele é um dos meus atores preferidos. Me arrepio demais com o final de Efeito Borboleta, a escolha que o protagonista fez é maravilhosa e ainda tem direito a última cena com trilha sonora da minha banda favorita. O Labirinto do Fauno me convenceu a acreditar em fadas. Além de Titanic, adoro A Origem e O Grande Gatsby com o Leonardo. Me acho parecida demais com a Merida de Valente e me arrepio quando ela diz que é a primogênita de seu clã e quer lutar por sua mão, pois eu faria a mesma coisa. Sou apaixonada pelo Soluço, mesmo ele sendo uma animação. E, me identifico até hoje com o Bender de O Clube dos Cinco, embora eu já tenha sido mais parecida com ele na forma de demonstrar não se importar, mas sempre estar lá pelos que ele se importa.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Steven Universe "Sapphire and Ruby" REACTION
Esse vídeo define minha reação ao assistir o episódio Jailbreak de Steven Universe <3
Virtude da Ignorância
Sinto pena de ti por esperar que as pessoas obedeçam e promovam a ti, seus desejos. Sinto pena de como você só pensa em cortejos e beijos (ou coito). Sinto pena porque você espera tudo cair do céu -fazendo-te ficar jogado ao léu- e não aceita que alguém seja contrário a ti. Sinto pena por pensares que tem alguém e de como, talvez, venha a se tornar ninguém. Sinto pena de como repete os mesmos erros, mesmos receios... Mude suas frases, troque sua fase, jovem! Sinto pena de como contrarias Sócrates ao afirmar que você tudo sabe. De ti, não sinto um pingo de saudade, mantenho distância pela eternidade. Bem, esse é o meu lema, como não posso "não sentir nada" - por você -, tudo o que sinto é: pena.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Nate & Julie
Minha mãe e eu estávamos na cozinha, ela tomando seu café puro e eu comendo minha torrada de sempre. Meu pai já havia saído para o trabalho. Eles sempre saíam antes de mim, íam para o trabalho e eu ia andando para a escola alguns minutos depois, não sei se era porque eles não se importavam comigo - pois naquela casa não havia nenhum tipo de afeição um pelo outro ou diálogo- ou se era porque confiavam demais em mim que faziam isso, pois eu podia não ir a escola que eles não iriam saber. Minha mãe me deu um beijo na testa, colocou sua bolsa em mãos e logo saiu. Enquanto ela saia, dei uma olhadela pela janela da frente, tinha um movimento estranho na rua e, pelo que pude ouvir, uns valentões babacas lá da escola queriam bater em alguém. Nada que influenciasse na minha vida. Voltei para a cozinha e fiz o que sempre fazia todas as manhãs, coloquei minha tigela de cereais com leite e fui andando para o quintal dos fundos, por algum motivo adorava ficar lá atrás antes de ir a escola, achava que aquele era meu cantinho da casa... Mas nesse dia, quando eu cheguei lá, foi diferente.
-Quem é você?! É um ladrão? - disse assustada enquanto olhava para um garoto de cabelos castanhos escuros sentado na minha grama. Ele estava todo sujo e parecia ter acabado de pular a cerca.
-Calma, calma. Não sou um ladrão, estou me escondendo. Creio que tenha visto aqueles caras lá de fora... Eles querem me dar "uma lição". -ele disse bem calmo enquanto verificava se nada em sua mochila estava quebrado. Tirei a feição de criança assustada do rosto e vi que aquele guri não era um problema.
-Bem... Eu os conheço. São da minha escola. Sei que eles têm o habito de fazer isso com garotos... Na verdade, conheço todos nessa pequena cidade, mas nunca vi você. - levantei as sobrancelhas e tornei a comer meu cereal.
-Ah, Desculpe-me, meu nome é Nate. Sou novo na cidade, cheguei semana passada e vou começar hoje na escola, provavelmente na sua. - ele dizia as coisas como se a vida dele fosse impulsiva e a mente dele, tanto quanto o corpo, fosse um lugar vasto e sem rumo,
-Provavelmente... Meu nome é Julie, aliás. Por quanto tempo você vai ficar ai escondido? Porque eu tenho que sair pra escola... É uma longa caminhada. -disse enquanto dava a última colherada no cereal. Enquanto ele se ajeitava para falar, enquanto ele alinhava cada músculo de seu rosto pra dizer mais coisas sobre ele, tudo que conseguia observar era o seu jeito. Ele não era parecido comigo, ele parecia livre.
-Pensei que os seus pais tivessem carros. Dois aliás. Por que você vai andando? - ele arregalou os olhos como se soubesse tudo do meu padrão de vida e como se eu caminhar para a escola fosse algo totalmente anormal perante a todo aquele mundo apresentado a mim.
-Eles têm.-Fiz uma feição espantada novamente, como ele poderia saber que meus pais tem dois carros? Ele me seguia? Achei melhor não perguntar. - Mas eu prefiro andar pra clarear a cabeça...
-Por que não pega o ônibus da escola?
- Lugar fechado em movimento cheio de gente que não consegue calar a boca e tudo o que tem de complexo para dizer é o quão legais são e como Ethan é gatinho.
-Ah, entendi. Antissocial. - disse revirando os olhos.
-Não! Eu tenho meus amigos. Mas a maioria no ônibus é de pessoas assim como descrevi. Ei, você está me distraindo, por que aqueles garotos querem te agredir? -disse tentando mudar de assunto.
-Bem, vou resumir a história. Eu era novo na cidade e estava precisando de dinheiro, me ofereceram bastante pra hackear o -fez aspas com as mãos em tom irônico- "super avançado computador deles" e fazer cópias dos arquivos. Não sei o porquê, não me interessa o porquê, sei que pagaram bem, mesmo sendo uma pessoa anônima... Mas eles descobriram que fui eu e... Deu nisso. -olhei bem para os músculos dele que se escondiam debaixo da camisa, ele era alto e ele parecia ter porte para encarar aqueles dois idiotas valentões. Não comentei nada novamente.
-Bem, podemos ir? Eu detesto chegar atrasada.
-Ok, loirinha, podemos ir.
-Meu nome é Julie.
-Tudo bem, "Julie".
Ele saiu pela porta da frente, junto de mim. Sem temer nada ou ninguém. Sem temer os garotos que queriam bater nele, sem temer o que as pessoas poderiam comentar sobre mim, afinal a cidade era pequena...
-Você não vai andando comigo? - hesitei um pouco ao falar, pois acabara de o conhecer e parecia estar requisitando sua companhia.
-Na verdade, minha moto está estacionada há duas quadras daqui. Quer carona? - ele foi convidativo, seus olhos sofridos, sinceros e livres pareciam me querer perto dele, mas o que todos iam pensar de mim se eu aparecesse com o garoto novo no primeiro dia de aula?
-Melhor não. Obrigada, Nate.
Ele deu as costas e eu me virei e tornei a andar. Dei uma última olhada para ele, já de costas. Pude perceber que ele acendeu um maldito (e nojento) cigarro quando se foi. Não é que eu fosse atraída por problema e perigo, apenas aconteceu... Mas o jeito dele, como falava,como se ele fosse morador de lugar nenhum e natural do mundo. Ele me atraiu.
domingo, 15 de fevereiro de 2015
dois mil e quinze
Não estou dizendo que tudo que vivi naquele lugarzinho vai ser deixado para trás porque, afinal, foi lá que descobri minha área profissional e foi onde tracei uma meta em minha vida profissional... Mas não são muitas pessoas que pretendo carregar na mente e... são raras as que carregarei no coração. Estou apagando memórias e me juntando a Clementine.
Ora, garota, não seja dramática, sabes que não está sentindo tanto quanto escreves sobre... Porque você, melhor que ninguém, sabe o quanto um escritor é mentiroso em suas palavras... Ora, garota, escreva poemas sobre a tristeza que guarda em si e apague mais uma vez as memórias de tudo que viveu... Coloque na sua cabeça de que tudo foi um sonho conturbado durante uma noite de verão que te trouxe experiências para a vida.
Sabe, é como se eu tivesse me esvaziado de novo, às vezes é como se eu fosse uma fumaça... Tenho a sensação de que para cada passo ou piscadela que dou, tenho que respirar fundo. Mais uma vez, só confio na minha escrita e nela deixo minhas subliminares mensagens.
Eu sinto que estou cansada até de falar a minha língua nativa. Sinto que sou moradora de lugar nenhum e natural do lugar "sem raízes", filha da mãe "terra verde" e do pai "cheiro de terra molhada". O silêncio toma conta de meus olhos e não sinto mais necessidade de necessitar.
É como se depois de muito tempo, eu conseguisse ser a heroína fria das histórias que leio e escrevo... É como se aquelas roupas estranhas e escuras do meu armário só estivessem esperando por essa ilusão de vida passar... Tudo se foi como essas gotas de chuva que caem no chão.
Isso foi uma mensagem apenas dessa rosa que nunca deixou de ser negra, gostar de cravos brancos e alucinar sobre tulipas...









